Impressão 3D ajuda a demonstrar com precisão plantas de imóveis

February 8, 2017

Ferramenta é uma das tendências no mercado imobiliário, em Goiânia.
Recursos tecnológicos como realidade virtual também são utilizados.

 

 

 

A influência de recursos tecnológicos, como a impressão em 3D e a realidade virtual, está cada vez mais frequente no mercado imobiliário, em Goiânia. Diretor comercial da Consciente Construtora, Adriano Carrijo afirma que a empresa foi pioneira na utilização da solução em três dimensões para demonstrar as plantas dos apartamentos na capital.

 

O diretor afirma que a inspiração para a ideia veio de empreendimentos de São Paulo, que já usam a técnica, e que a intenção é facilitar a compreensão das dimensões e do tamanho das plantas das propriedades imobiliárias.

 

“A gente sentiu que as pessoas têm dificuldade na hora que a gente mostra a planta de venda ali no papel. As pessoas tem dificuldade de enxergar onde está a porta, onde está isso, ou aquilo, e muita gente fica usando termos técnicos e as pessoas não entendem, então há uma falha na comunicação”, diz.

 

Além disso, segundo ele, a ferramenta se torna necessária quando falta o estande decorado do imóvel. “O decorado é uma réplica real do apartamento. Então, ele é o suprassumo nas ferramentas de venda de imóveis. Só que, na maioria das vezes, o decorado é feito no local da obra e fica disponível entre seis e oito meses e, quando tira o decorado, isso aqui se torna interessante e ainda pode ser levado para qualquer lugar, como nas vendas externas”, afirma.

 

 

Carrijo explica que a impressão 3D, que foi encomendada da capital paulista, levou cerca de 150 horas para ser impressa e teve um custo de cerca de R$ 8 mil reais. Contudo, o diretor comercial acredita na importância do investimento por parte das construtoras, já que o método é uma tendência no mercado de imóveis.

“É uma ferramenta que vai ajudar muito o corretor na hora da venda. A pessoa consegue identificar e visualizar melhor os ambientes, a proporcionalidade dos ambientes. A planta baixa é difícil de visualizar mesmo. A pessoa pergunta: 'Como é essa janela? De que tamanho ela é? É proporcional ao ambiente?’, então você consegue ver tudo isso exatamente no decorado ou com a maquete feita pela impressora 3D”, relata.

 

Diretor comercial da Times Negócios Imobiliários, Leonardo Milhomem afirma que, praticamente, 80% dos imóveis lançados utilizam o estande decorado, entretanto, muitos lançam diferentes tipos de plantas e acabam fazendo só um modelo de decorado.

“Nesses casos, com esse método de impressão, o corretor terá a maquete 3D, além do folder, para demonstrar ao cliente. Então, com essa outra tipologia em três dimensões, facilita bastante o processo”, explica.

 

Milhomem ainda não utiliza a tecnologia, mas acredita que a alternativa irá agregar mais uma ferramenta ao trabalho do corretor. “Mesmo sendo miniatura, [a impressão 3D] consegue passar uma realidade para o cliente e ele consegue ver as dimensões do apartamento e isso com certeza facilita muito o trabalho do corretor, pois é mais uma ferramenta que ele tem em mãos para chegar à venda mais fácil”, diz.

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